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Bem vindo ao clube

Mais um campeonato inglês se inicia! Algumas transferências aconteceram, mas nenhuma deixou um time tão de cara nova quanto está o Manchester United. E a tal mudança não sai nem do banco de reservas: David Moyes entrou para substituir o Sir Alex Ferguson, que comandou o maior campeão da Premier League durante 26 anos. E parece que Moyes nem está preocupado com o peso do compromisso que assumiu com o time, sua história e a torcida.






A pré-temporada do Manchester não foi das melhores, o tour pela Ásia ficou repleto de jogos sem empolgação, com vitórias magras e até derrotas para times sem a menor expressão mundial. O fato podia preocupar o torcedor Red Devil, até porque Moyes não é lá dos mais badalados treinadores; mas o ponto de partida do campeonato começou diferente, da melhor maneira possível: na Community Shield, torneio de abertura da temporada, o time venceu o atual campeão da Copa da Inglaterra, Wigan, creditando o primeiro título no currículo do novo técnico; e para completar, o United começou a Premier League vencendo o Swansea por 4x1 e conseguiu a primeira posição do campeonato, com o melhor saldo da primeira rodada.

Se o baque de perder o técnico tão vitorioso de surpresa, sem aviso prévio, preocupava o Manchester United, o substituto já mostra um futuro promissor. E vale lembrar que a derrota de estreia do United na temporada passada foi para o Everton, comandado na época por Moyes. As mudanças no time não foram quase nenhuma, sem contratações e vendas importantes, nem mudanças nas características táticas. Com esse início de temporada o torcedor pode se tranquilizar, pois, apesar de a aposentadoria de Ferguson representar a saída de uma parte do time, aparentemente a troca de técnicos irá significar apenas uma continuidade do trabalho que se faz no clube.

A história do Manchester certamente tem muitos capítulos que citam o SAF, e isso será eterno justamente na história, mas no presente ele precisaria sair, e se assim é necessário, que David Moyes seja bem vindo e possa construir também um percurso de glórias. 

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E o troco, por favor?



"Seria uma 'vingança' por parte do time Gunner, que viu o United 'roubar' seu melhor jogador na temporada passada" falou Ivan G., diretor geral do Arsenal sobre a possível contratação do atacante Wayne Rooney. Bom, não é a primeira vez que rivais trocam suas estrelas no mundo do futebol. E, normalmente, isso envolve uma monstruosa quantia de dinheiro.

Neste mesmo episódio, viu-se Van Persie abandonar os "Gunners" para conquistar mais títulos com o Manchester United. O holandês saio enquanto era o melhor jogador do clube londrino, e Rooney anunciou que quer sair recentemente. Visto que nos últimos anos Wayne tem considerado o melhor jogador do United, o Arsenal, literalmente, estaria respondendo o clube de Manchester nos mesmos termos.

Mais conhecido entre os brasileiros, o "fenômeno" Ronaldo foi campeão pelo barcelona antes de ir para a Internazionale. Após sua passegem por Milão, Ronaldo foi para o Real Madrid -principal "rival" do barcelona- antes de voltar a Milão, desta vez para o A.C. Milan -maior "oponente" da inter. Nos quatro clubes, com suas rivalidades locais e mundiais (especialmente Milan e Real Madrid que lideram as conquistas da champions, com 7 e 9 respectivamente, e do mundial, com 4 e 3 respectivamente), Ronaldo foi idolo por todo canto que passou.

No Milan, entretanto, viveu uma disputa por vaga com Philipo Inzagh, ídolo rossonero e não dispontou na liderança. Vivencio períodos de banco e de heroi. É importante também considerar que ronaldo ja estava com idade avançada e o Milan contava, ainda em seu ataque, com Shevchenko, astro ucraniano e maior goleador rossonero nos últimos 50 anos. Os dois (Inzagh e Shev. constam na lista dos 10 maiores artilheiros da história do clube de Milão). Por tudo, foi onde Ronaldo mais encontrou dificuldades, e mesmo assim se sagrou como astro na equipe.

Ainda na Itália, porque não lembrar o polêmico Ibrahimovic? Após surgir o Ajax, o sueco foi para a Juventos e posteriormente para a Internazionale. Com sucesso absoluto nos 3 clubes que passou, cotado a melhor do mundo, Zlatan foi para o Barcelona, por um curto período de tempo. Brigado com o maior técnico da história catalã, Ibrah voltou a Itália, desta vez para defender o Milan, antes de ir para o "novo rico" do futebol europeu, Paris Saint German.

Ainda na Europa, lembremos de Luís Figo. Astro catalão, foi negociado em uma das transferências mais caras da história para o Real Madrid. Cerca de 61 milhões de euros. Ainda na Espanha vivenciamos um episódio mais problemático: Ferenc Puskás. Nascido na Hungria, participou da seleção finalista da copa do mundo que ficou conhecida como os "mágicos magiares" em 54. Porém, a guerra entre as nações o fez se refugiar. Inicialmente na Itália, onde não conseguiu se naturalizar para atuar como profissional, foi tentar a sorte na Espanha. Após conseguir sua naturalização, foi contratado pelo Barcelona, mas.......... Francisco Franco, ditador espanhol, inspiração para Pablo Picasso produzir "guernica", interviu na negociação e delimitou um ano de permanência no Barça. Após isto, Puskas deveria ser jogador do Real Madrid. A diretoria do Barça decidiu, então, liberá-lo. Foi para o real madrid e se sagrou como um dos maiores jogadores da história do futebol mundial, permanecendo sempre um "Mágico Magiar".

E no Brasil? Que tal o Caso do "baixinho" Romário? Baixo em estatura, gigante no futebol. Romário atuou pelo Vasco, Fluminense e Flamengo. Fez sucesso nos três, mas foi no Vasco da Gama seu grande destaque. O "baixinho" foi também jogador dos espanhóis Barcelona e Valência.

Além destes, inúmeros outros jogadores atuaram por clubes "rivais" e provaram que a rivalidade mesmo, só dentro de campo!

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Futebol alemão, revolucionando o que? Esta mesmo?

Eita precipitação de novo. Será possível que o atual momento do futebol alemão já deve ser considerado revolucionário? Não estou dizendo que é ou que não é, mas estou perguntando: Porque é?

Acabei de ler em um blog concorrente que Guardiola escolheu sair do barcelona para ir ao Bayern porque viu que o futebol alemão é o único a "caminhar com passos largos" atualmente. Meus leitores, devo-lhes chamar atenção para que o Barcelona e Real Madrid vem fazendo nos últimos anos? Depois... Por enquanto, deixe-me analisar o futebol alemão, inegavelmente espetacular, mas pouco inovador.

1º Ponto - O atacante (cento-avante) de oficio do Borussia é R. Levandowisk, e o do Bayern é o Mandzikic. Algum dos dois é alemão? E não é coincidência ver que o Bayern, clube que alcansou inacreditáveis 88% de aproveitamento na temporada, e eliminou o "temível" Barcelona por 7 à 0, no placar agregado, conta com 5 alemães entre seus titulares e 6 estrangeiros. São titulares do Bayern: Never – Dante – Batistuber – Alaba – lham – J. Matines – Bastian – Robben – Muller – Ribery – Mandzukic (jogadores que mais atuaram nesta ultima temporada). E entre os reservas imediatos, os alemães também são preteridos: Van Buyten – Pizzaro – Gomez – Kroos – Boateng – Gustavo -(Goleiro reserva. As duas opções possíveis para o banco são alemães, mas como atuam muito pouco, deixo em aberto esta posição).

2º Ponto - O Bayern constantemente figura entre os principais clubes europeus. Não é porque conseguiu chegar a final da champions junto ao Borussia que podemos adotar isto como o único critério para acreditar na revolução espanhola.

3º Ponto - Para os "memoria-curta", quanto foi o placa da final da ultima eurocopa?? 4 x 0.... Eita, espera, foi contra a Itália, num foi? A mesma que eliminou por 2 x 1 a Alemanha na semi.

A fúria foi campeã da eurocopa 2008 invicta, em final contra aaaaaaaa Alemanha. Em 2010 a Fúria despachou a Alemanha na semifinal da copa do mundo. Em 2012 a Espanha conquistou o bi-campeonato da euro.

Os times alemães estão bem, sim. Mas é o futebol espanhol que vem escrevendo história nos últimos anos. A alemanha pôs 2 times na final da champions e tem um dos melhores torneios de futebol do mundo. Porém o Borussia já está lidando com o desmanche em seu elenco promovido por seu sucesso. Será que se manterá no mesmo nivel? E se ele se manter, será que ganha do Barcelona ou do Real? Não se esqueça que ambos ja estavam no topo, e estão melhorando ainda mais. O Bayern também compartilha esta posição no topo, e também está lutando pra melhorar.

Este topo, hoje de Barça, Real e Bayern, ja foi ocupado por Milan, Juventus e Manchester, alguns anos atrás. Mais recentemente, Liverpool, Milan e Barça. Anteriormente Real Juventus e Liverpool. e Assim vai. O futebol muda. Provoca ciclos e vive das inflações nesses períodos de mudanças. O que hoje é pedra, um dia se desmanchara e dará espaço a uma nova. Os alemães podem até serem os protagonistas deste período atual de mudança, mas não consigo enxergar dessa forma. Vejo os espanhóis "guiando a carroça".

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O último sobrevivente


Sábado o Wigan foi o campeão da Copa da Inglaterra, ao vencer o Manchester City por 1x0. A festa só não durou mais porque ontem, em jogo válido pela Premier League, o  time perdeu para o Arsenal e foi rebaixado para a Championship, segunda divisão do campeonato nacional. O time era o único que não havia sido rebaixado, desde quando entrou na elite, em 2004.


Os fãs do clube até fizeram um perfil no Twitter chamado “Wigan Incaível”; que, de forma cômica, se gabava porque todos os times, inclusive os grandes, já haviam caído e ele não. O time sempre se mantinha na elite inglesa por pouco. Contudo, nesta temporada não deu. A penúltima rodada foi contra o Arsenal, que precisava ganhar para continuar na luta por uma vaga na próxima UEFA Champions League. O time londrino venceu pelo placar de 4x1 e, faltando uma rodada para o fim da temporada, o Wigan fica a 4 pontos do Sunderland e é o primeiro na zona de rebaixamento. O Reading e o Queens Park Rangers também foram rebaixados.


Os grandes da Premier League todos já conhecem, mas como já foi dito antes, todos eles já caíram alguma vez. O Wigan, entretanto, que nunca foi um time de expressão era o único que se mantinha na primeira divisão inglesa e venceu o vice campeão inglês semana passada, conquistando  assim, uma vaga para a próxima UEFA Europa League. Nota-se o grande equilíbrio que há na terra da rainha, onde as famosas zebras costumam ocorrer nos campeonatos o tempo todo. No Brasil, e até em muitos países da Europa  não vemos essa igualdade toda. Esse é um dos motivos pelos quais eu sou uma grande apreciadora do futebol inglês: ele sempre surpreende.  

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Um legado de glórias




 
            Não, quem aqui vos fala não é uma futura jornalista. Está bem longe de ser. Agora sou só uma fã. Usarei esse meio só para expressar de forma passional e fazer uma homenagem. Esclarecendo: após 26 anos a frente do Manchester United, Sir Alex Ferguson se aposentou do cargo de técnico. Agora ele assumirá um cargo na diretoria e será embaixador do clube.

            Quase 27 anos como técnico. Isso é algo impensado no futebol brasileiro, onde os comandantes têm carreiras de curto prazo, e passam de time em time, sem se firmar e conseguir construir uma história realmente marcante de glórias e glórias. Não é o caso do futebol europeu. A paciência que as diretorias e as torcidas brasileiras têm não é das mais elásticas; e se isso fosse do mesmo jeito na Europa, hoje não conheceríamos a incrível história que o Manchester United construiu, ao lado de um técnico que só veio conquistar o primeiro título após por pouco não passou 3 décadas no comando.

            Quando o Sir chegou ao não tão grandioso Manchester, o Liverpool era o grande campeão da Inglaterra, com 18 títulos nacionais. Hoje o United tem 20 e o rival continua estagnado. Após Ferguson, os Diabos Vermelhos conquistam 13 títulos ingleses, além de 2 Ligas dos Campeões da UEFA, 1 Mundial de Clubes e outros torneios. No total, ele deu ao time 37 troféus.

            Quem acompanha o futebol internacional, certamente, conhece a história do grande técnico do United. Ele que trouxe ao time tantos jogadores incríveis, como Cantona, os goleiros van Der Sar e Peter Schemeichel, Cristiano Ronaldo (que pelo time foi eleito o melhor jogador do mundo), Wayne Rooney e, agora, o camisa 20 Robin van Persie, que após anos de Arsenal, conquistou a primeira Premier League da carreira (20ª do Manchester) e, ao que tudo indica, será novamente o artilheiro do campeonato.

            Hoje se encerra uma trajetória incrível, de um dos maiores técnicos da história do futebol mundial. Coitado do substituto de Sir Alex Ferguson, terá uma tonelada de pressão nas costas. Não será fácil entrar no time após uma era de ouro. Mas deixo aqui registrada a minha grande admiração pela grande contribuição do escocês para com o Manchester United e o futebol mundial.

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Feliz aniversário, Fergie


   


    O que faz um técnico passar 10 anos em um time? É difícil de imaginar tamanha longevidade, principalmente no Brasil. Tente imaginar, então, um técnico ficar 26 anos no comando do Flamengo, ou do São Paulo. É impossível, não? Contudo, um cidadão conseguiu esse feito, e claro que não foi no Brasil; estou falando de Sir Alex Ferguson, que no dia de hoje comemora 26 anos a frente do Manchester United.

     Ferguson entrou no United em 1886, e só veio ganhar algo em 1990, conquistando a Copa da Inglaterra; o título nacional só chegou em 92. Pela demora a conquistar algo, muitos defenderam a demissão do escocês, sorte de quem não deu ouvidos e o manteve no time pois, a partir de então, o Sir trouxe 5 títulos de Copa da Inglaterra e 12 canecos de Premier League.

     Em 1990 o Liverpool era o maior time da Inglaterra, com 18 títulos nacionais, mas após os 12 que o United ganhou com Fergie, o Manchester United tem hoje 19 troféus e é o maior do país. Uma virada incrível. Aliás, "incrível" é um dos adjetivos que descreve a trajetória do Sir.


     Os tão comentados jogadores  David Beckham, Eric Cantona, Wayne Rooney, Roy Keane, e o ex melhor do mundo, Cristiano Ronaldo, fizeram história no Manchester United em diferentes gerações e ambos passaram pelo comando de Ferguson. Além desses, tiveram vários outros, e dois deles continuam até hoje à disposição do Sir: Ryan Giggs e Paul Scholes.
     O United é o time de futebol mais valioso do mundo, está na disputa da Uefa Champions League e rodada passada se tornou o novo líder do inglês. É incontestável a força do clube, e isso se deve ao incrível trabalho que o escocês realiza à 26 anos. Eu, particularmente, sou fã desse senhor de quase 71 anos, pois desde antes de eu nascer ele começou a construir uma linda história de glórias no United. Parabéns, SAF, que esse casamento com o futebol ainda dê a nós, telespectadores, bons espetáculos e que isso sirva de exemplo ao futebol brasileiro, que é tão impaciente com seus técnicos.

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Revanche em 3 dias


No último dia 28, o Manchester United foi a Londres enfrentar o Chelsea e saiu com a vitória.
Uma vitória não digna, pois o juíz claramente interferiu no placar de 3x2 ao validar um gol impedido de Cicharito. Ontem, porém, houve novamente um Chelsea x United, no mesmo Stamford Bridge, e os Blues não desperdiçaram a chance de ter a revanche, venceram os Red devils por 5x4, de virada, e ainda os eliminaram da Copa da Liga Inglesa.

O jogo do último domingo, válido pela Premier League, deixou o United mais perto do líder, o próprio Chelsea; apesar de o resultado ter sido injusto. O Manchester abriu o placar e logo o ampliou para 2x0, mas sempre que o time constrói a vantagem, pára de atacar e fica na defesa, só esperando chances de contra-ataque; então desde a metade do primeiro tempo o Chelsea pressionava muito, até que conseguiu o empate. Mas no segundo tempo o juiz expulsou Ivanovic e Fernando Torres, deixando o time londrino desfalcado; com isso os Red Devils passaram a atacar mais e chegaram ao gol da vitória, mas Chicharito estava em posição de impedimento. O jogo entre líder e vice-líder poderia deixar o Chelsea com uma vantagem ainda maior, mas como quem ganhou foi o United, agora só um ponto separa os dois (O Manchester City tem o mesmo número de pontos do segundo colocado).

Nessas circunstâncias, o Chelsea ficou inconformado com o resultado; contudo, o jogo das oitavas de final na Copa da Liga Inglesa era a chance de ter a revanche. E assim ocorreu. O novo jogo, realizado 3 dias depois, foi bem diferente: nenhum dos times entrou com seus principais jogadores titulares, e a partida estava bem equilibrada, com o United atacando mais que antes. Os Red Devil abriram o placar, levaram o empate; fizeram o segundo gol, levaram o empate de novo; e por fim, fizeram um terceiro gol. Vale destacar as três assistências do brasileiro Anderson que fez uma partida excepcional. Parecia que o placar seria igual ao de domingo, 3x2, mas dessa vez sem erros de arbitragem. Contudo, quando o jogo já estava nos 94 minutos, o jovem Wootton fez um pênalti em Ramires. O Chelsea empatou.

Quando o jogo estava na prorrogação o mesmo Wootton foi recuar para o goleiro Lindengaard e errou na cabeçada, e deixou a bola e o caminho livre para Sturridge virar.  No final, o Chelsea ainda fez mais um e o Manchester diminuiu, mas não havia mais tempo. Resultado: 5x4 para os Blues.

Sturridge fazendo gol, após outra falha de Wootton. Imagem: Reprodução.
 
O jogo de ontem foi muito melhor que o de domingo pois os times tinham mais vontade de ganhar e o árbitro não se tornou um infeliz protagonista. Ambos os times começaram com jovens jogadores, que não costumam ficar nem no banco de reservas, mas o Chelsea gastou as três substituições que tinha colocando em campo Ramires, Oscar e Hazaard, enquanto o Sir Alex Ferguson deixou que seus meninos continuassem em campo; ele pagou por ter colocado jovens inexperientes de 20 e poucos anos e o Chelsea teve a revanche que queria, eliminou o United e agora vai para as quartas de final, enfrentar o Leeds.

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Sorte ou revés?

É comum vermos clubes tradicionais, acostumados a ganhar títulos e conquistar todos os torneios que disputam, se manterem em pose de vencedor e sempre ganhador. Mas até onde isso vai? Clubes tradicionalíssimos que ganharam tudo e assumiram status de superiores, caem para adversários novos no "mercado".

Que fique dito o mais recente exemplo, o A.C. Milan. O clube de Milão aparece como um submarino na classificação do italiano, sempre afundando rumo ao Z-4. Na Champions League, uma “zebra” na primeira rodada (que cada vez mais parece ter sido justa) concedeu um empate com um apático adversário; na segunda rodada, uma vitória contra o milionário Zenit, clube com menos tradição, porém com um elenco repleto de astros; por fim, uma derrota para o espanhol Málaga.

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Pouco tempo atrás, quem vivia situação parecida foi a Juventos. Com uma má atuação na “Serie A”, o clube de Turim se ausentou das competições europeias por um ano. Mas não é só na Itália que estes casos ocorrem. Na Inglaterra, por exemplo, Arsenal e Liverpool tentam se recuperar do mal momento que vivem. O clube londrino já esta estabilizado, mas não ganha um titulo desde que vendeu o francês, carrasco da seleção brasileira na copa do mundo da Alemanha (2006), Henry. Enquanto que o vice-campeão mundial de 2006 continua a se aproximar da parte baixa da tabela.

Azar de uns. Sorte de outros. Sprus, Queens Park Rangers, Manchester City, Napoli, Udinese, Lazio entre outros, destacam-se em seus respectivos cenários nacionais. Estas alterações nos cenários dos países europeus começam a afetar a champions league, que teve em sua edição passada o inédito Bate Borisov semifinalista.

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Organização 2 x 0 Dinheiro

Ah, a Champions League.

Um dos maiores exemplos de que o dinheiro não é o principal argumento para se ganhar uma partida de futebol.


Estão aí de prova Real Madrid e Manchester City. Clubes multi-milionários que gastaram rios de dinheiro em contratações nas últimas temporadas, perdendo seus jogos para adversários que não tem a mesma saúde financeira e o mesmo poder aquisitivo, mas que não disputam a maior competição europeia por acaso.

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Eles sucumbiram diante das torcidas de seus adversários na tarde desta quarta-feira (24). Enquanto o time de Madrid foi até Dortmund, enfrentar o Borussia, os ingleses foram a Amsterdã, enfrentar o Ajax.

Sairam de lá derrotados, e merecendo a derrota.


O City, atual campeão inglês, até começou ganhando a partida, mas adormeceu em campo e deixou que a equipe holandesa dominasse a partida. Com um futebol compacto, sem oferecer espaços para o adversário, o Ajax colocou o City "na roda", virou o jogo, fez o terceiro e mandou no restante da peleja. Nem mesmo a atitude desesperada do técnico Roberto Mancini de colocar em campo 4 atacantes deu algum resultado para os ingleses, que merecidamente perderam o jogo.


A derrota deixou o equipe de Manchester na lanterna do grupo, com apenas um ponto ganho em 9 disputados.

  
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Já o Real conseguiu ser mais parelho, mas não conseguiu ser eficaz. O primeiro tempo foi bem agitado, as duas equipes procurando o gol sempre. O Borussia achou primeiro, com o bom atacante e ministro do STF, Lewandowski. Cristiano Ronaldo empatou logo depois, com um belo gol, mas depois disso o Real foi somente a sombra da equipe que nós sabemos que ele é. Na volta para o segundo tempo, viu-se um Borussia com vontade de vencer, e um Real ligeiramente conformado, preso na boa marcação dos alemães. Sabemos que no futebol não existe muita justiça, mas felizmente ela se fez nessa partida, no momento em que o lateral Schmelzer acertou um belo chute, vencendo Casillas, e decretando a vitória do Borussia.

Os alemães aliás, estão sendo bastante merecedores. Assim como a sua seleção, a equipe de Dortmund vem fazendo um ótimo trabalho nas últimas temporadas. Bi-campeão alemão, investindo pontualmente em contratações e revelando novos talentos, a equipe amarela tem tudo para ser uma das gratas surpresas dessa temporada européia, no que se refere à Champions.

As vagas ainda estão indefinidas. Passaram aqueles que mais merecerem, não aqueles que mais "tiverem"

Dinheiro é bom, mas nem sempre é tudo, principalmente dentro das quatro linhas.

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Será Kaká vs Mourinho?


Após bons amistosos pela seleção, Kaká foi recompensado por José Mourinho em algumas partidas onde começou titular no Real Madrid, o que afastou um pouco os boatos do desconforto do treinador português em mantê-lo no time. Entretanto, após ser queimado no intervalo de uma partida, jornais espanhóis já noticiam novamente um plano mirabolante do português para com o brasileiro.

Segundo o jornal espanhol “El Pais”, Mourinho sentiu-se pressionado, pelos dois últimos amistosos da seleção brasileira, a colocar Kaká como titular. Entretanto, o português estaria dando provas de que não quer o brasileiro no time merengue, ao “queima-lo” no intervalo do jogo, fato que não é inédito. Anteriormente várias noticias foram disseminadas pela Espanha afirmando que o técnico do clube da capital espanhola que não apenas se livrar de Kaká, mas também queima-lo  para que nenhum outro clube de expressão o contrate.

É fato que a vida do ex-são paulino nunca foi fácil em Madrid, mas o que é certo sobre suas desavenças com o treinador português? Kaká foi desejo de Mourinho para o madrid, e foi a segunda contratação mais cara do ano. Sua contratação ainda é uma das 5 mais caras da história do futebol. Nunca houve um conflito direto entre o brasileiro e o português flagrado, ou denunciado.

Após várias lesões sucessivas, que atrapalharam sua carreira desde que saio do A.C. Milan, e uma pubalgia crônica, o mundo ainda enxerga Ricardo Kaká com os mesmos olhos que o admirava suas atuações de gala. O jogador passou aproximadamente dois anos preterido da seleção, e regressou apenas para confrontar duas frágeis seleções – Iraque e Japão. No entanto, o status de ídolo continua, alimentado por uma sensibilização publica com o “sofrimento” do atleta desde que saiu da Itália.

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Olá, Europa!


A temporada 2012/2013 está começando na Europa, e o que podemos esperar? Creio que campeonatos fantásticos e disputados. Os principais times do velho continente estão bem reforçados e fortes para essa nova etapa, com o objetivo de brigar pelos torneios nacionais e, claro, pela UEFA Champions League. Aqui vai uma rápida análise sobre alguns times e campeonatos.
Na Espanha tudo gira em torno de Real Madrid e Barcelona, então se espera que a briga pelos troféus ocorra só entre os dois, o que é uma pena: apesar de serem times fantásticos, não é muito interessante ver um campeonato à parte, que só ocorre com os merengues e os catalães.
Recentemente, na França há um grande equilíbrio e a cada ano estamos vendo um campeão diferente, por isso não sei em quem “apostar as fichas”, mas meu destaque vai para o Paris Saint-Germain, que fez grandes (e bastante caras) contratações, como Zlatan Ibrahimovic e os brasileiros Thiago Silva e Lucas Moura; este último foi cobiçado pela Inter de Milão e pelo Manchester United, e custou mais de 100 milhões de reais ao PSG. Pelos investimentos, as expectativas são de uma boa temporada para o time francês. Falando em Manchester United, essa semana saiu a notícia de que Robin van Persie saiu do Arsenal e vai vestir a camisa dos Red Devils, além do holandês, um reforço importante é Shinji Kagawa, que foi bicampeão alemão com o Borussia Dortmund. O Arsenal perde seu artilheiro, mas fez alguns investimentos e trouxe o alemão Lukas Podolski, por exemplo.
O Chelsea encerrou a temporada com dois títulos, um deles o de campeão europeu, e deve vir mais forte agora para a Premier League, os londrinos ainda trouxeram o brasileiro Oscar, do Internacional. O campeonato Inglês é sempre muito disputado, dessa vez não será diferente, ainda há na briga o atual campeão, Manchester City; Liverpool, Everton Tottenham e Newcastle, que surpreendeu em 2011/2012.
No alemão o Bayern vai tentar voltar ao topo, e o Borussia busca manter a hegemonia atual e tentar o tri seguindo; na Itália a Juventus é a atual campeã, mas Napoli, Milan e Inter são times de tradição, e isso pesa, apesar de o Milan ter perdido jogadores importantes e a Inter ter decaído bastante após ter sido campeã do Calcio e da UCL em 2010.
Há diversos campeonatos internacionais que valem a pena assistir: não tem a “catimba” dos jogos do brasileirão, há um futebol mais limpo; claro que na Europa não vemos a torcida fazendo paródias para seus times e o brasileirão é bem mais equilibrado, mas dá gosto ver o europeu; e eu já estava com saudades.

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PSG, o "monstro" e o "bigodinho"...


Ao contrário de todas as especulações possíveis sobre o futuro financeiro dos países no continente europeu, a realidade financeira do futebol mostra-se alienada à realidade econômica dos países que compõe a Europa. Especialmente quando falamos de títulos de divida públicos. (será?)

É importante ressaltar que as dividas existem e compromete, sim, o rendimento econômico do bloco europeu. Mas, que se analisado de outra forma, notando que existem empresas que geram tanto lucro quanto o PIB de alguns países e pessoas com riquezas acumuladas semelhantes aos bens de algumas empresas, que resumir o mundo a economia dos países é mero eufemismo.

Evidentemente, o abalo na economia de um desses (países; empresas; pessoas) pode, também, balançar a economia dos outros. Sobretudo, os danos provocados até então parecem não assustar alguns empresários, como, por exemplo, alguns investidores do “mundo da bola”. Estes, ao contrário de tudo especulado, desembolsam e aumentam os gastos de seus clubes a cada ano, buscando por títulos que parecem regalias pessoais, uma vez que tornam, a cada ano, mais difícil restituir os gastos anuais com o dinheiro arrecadado pelo clube durante uma “temporada”.

Como um exemplo recente, vejamos o PSG (Paris Saint Germain), clube da primeira divisão do futebol francês e que se tornou, assim como vem sendo chamado pela mídia, um “novo rico”. O clube Realizou há aproximadamente 1 ano, a transferência mais cara na história do futebol da França, adquirindo o argentino Javier Pastore. Recentemente, ele quebrou essa “meta” ao contratar o zagueiro brasileiro Thiago Silva. Esta contratação envolveu o valor mais alto pago na história do futebol mundial por um defensor. Isto, sem contar os gastos “colaterais” que esta equipe vem tendo para reformular seu elenco, há alguns anos.

Em contexto mundial, poderemos ressaltar inúmeras outros times que se dispõem com gastos extraordinários para reformular o elenco e disputar títulos mais cobiçados. Logicamente o clube arrecada bastante dinheiro e geralmente este capital arrecadado é o bastante para suprir seus gastos. Mas ultimamente podemos observar exemplos onde esse equilíbrio entre ganhos e perdas se torna questionável. A exemplo disso temos o Real Madrid, que gastou 109.000.000 pela contratação de Kaká e 115.000.00 pela de C. Ronaldo, em um período onde muitos outros gastos foram realizados. Ou o Manchester City, que obteve gastos abusivos e crescentes durante 3 anos (2009 a 2011). E agora o PSG, que gastou cerca de 69 milhões de euros na contratação de T. Silva (o monstro) e Ibrahimovic (que nos ultimos anos adotou um visual com um cabelo grande e um "bigodinho") junto ao Milan e os 40 milhões de euros, cuja imprensa afirma que está disposto a pagar por Luka Modric.

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